O Manchester United venceu a Liga dos Campeões após o desempate através da marca de pontapés de grande penalidade, depois de um empate a uma bola nos primeiros 120 minutos. John Terry esteve a um penalty de dar a vitória ao Chelsea no 5º pontapé, mas um momento muito cruel para o capitão aconteceu quando Terry escorregou no momento em que fazia o remate, acabando a bola por sair ao lado. Cristiano Ronaldo também falhou o seu pontapé ainda na primeira série de 5 penalties, mas foi Anelka quem falhou o remate decisivo e deu a vitória ao Manchester.
Num final muito aguardada, os «red devils» entraram melhor na partida e controlaram melhor a primeira parte, com o coroloário a ser o golo de Cristiano Ronaldo. Um lance bem trabalhado por Wes Brown e Paul Scholes, no seguimento de um lançamento lateral, permitiu ao avançado português responder com classe a um cruzamento do lateral direito com o pé esquerdo. Estavam decorridos 28 minutos, e o golo surgia como resposta ao maior caudal ofensivo dos comandados de Alex Ferguson.
Quando já todos esperavam o apito do árbitro para que as equipas recolhessem às cabinas, Essien cria desequilíbrios no último terço de terreno, sobrando a bola para Lampard, que beneficiando de uma escorregadela de Van der Sar, não teve dificuldades em restabelecer a igualdade na partida.
O golo marcou uma reviravolta na partida, já que no segundo tempo, os «blues» surgiram a ocupar posições mais adiantadas no relvado, mais pressionante, e teve nos pés de Drogba, já perto do final da partida a hipótese de resolver a final nos 90 minutos regulamentares. O avançado marfinense ganha espaço na entrada da área e dispara forte fazendo a bola embater no poste esquerdo da baliza contrária.
O jogo foi para prolongamento, e as equipas entraram «sem receios», procurando o golo e tentando evitar que a sorte dos penalties decidisse o vencedor da Liga dos Campeões. Ainda antes do árbitro da partida apitar para o final do tempo de prolongamento, Drogba viu o cartão vermelho depois de ter feito uma «carícia» a Vidic, numa situação que envolveu vários jogadores de ambas as equipas.
No desempate por pontapés da marca de grande penalidade a sorte acabou por sorrir ao Manchester United que assim ergueu assim pela terceira vez o Troféu da Liga dos Campeões. Cristiano Ronaldo, Nani, Carlos Queirós e Anderson juntam assim ao título da Premier League, a Liga dos Campeões, o mais importante troféu a nível de clubes.
Uma época notável para Cristiano Ronaldo, e não menos extraordinária para Nani e Anderson que tiveram uma época de sonho no primeiro ano de Manchester.
Fontes: Zerozero